quinta-feira, 15 de outubro de 2009

GREENPEACE FAZ DILMA X TRANSGÊNICO



Foto: Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil

CRÍTICA NO ALVO...

Lula mata e vai ao enterro

De Ângela Lacerda, da Agência Estado:


O deputado Ciro Gomes (PSDB-CE) só saiu por aí se dizendo aspirante a candidato a presidente da República em 2010 depois que Lula o liberou para fazê-lo.
Foi durante uma conversa dos dois no Centro Cultural Banco do Brasil testemunhada pelo governador de Pernambuco Eduardo Campos, presidente nacional do PSB.
Ainda não haviam sido aplicadas as duas recentes pesquisas de intenção de voto dos institutos Sensus e Ibope que dariam Ciro na frente da ministra Dilma Rousseff.
A ascensão de Ciro assustou Lula, que despachou Dilma à luta para repetir aos partidos aliados do governo o que Lula vem dizendo há muito tempo: pessoal, a eleição terá de ser plebiscitária.
Nada de dois ou mais candidatos da base de apoio do governo. Só há lugar para um. E esse candidato se chama Dilma. Entenderam? Então parem com a gracinha de flertar com Ciro.
Dilma não poderia ser mais explícita: "Temos de garantir o terceiro mandato para o projeto de Lula", pediu em reunião com a cúpula de um desses partidecos.
O que Lula jamais disse, nem Dilma, e o que eles jamais dirão por desnecessário: os dois têm um acerto. Uma vez Dilma eleita e caso Lula queira, ela governará só por quatro anos. Em seguida Lula se reapresentará como candidato.
Imagina se Ciro ou qualquer outro nome do PT com vôo próprio (Tarso Genro, por exemplo, Marta Suplicy, Jaques Wagner, e mais alguns poucos), imagina se algum deles toparia um acordo desses.
É por isso que a candidata tem que ser Dilma, Dilma, Dilma, e estamos conversados.
Lula faz o estilo de pistoleiro de antigamente, de muito antigamente, que matava e comparecia ao enterro de sua vítima.
É o que ele fará com Ciro. Esperem para ver.
Quanto a Ciro, resta saber se irá para o buraco como um cordeirinho manso.

COMENTÁRIO DESTA BLOGUEIRA:
Bem... Se hoje eu tivesse no PT diria, que a melhor solução para o partido seria, lá na frente unir Ciro e Dilma na mesma disputa. O vice, isso ficaria à cargo das negociações estratégica do Companheiro Lula.
Duvidas não existem, que no mundo do Lula tudo pode acontecer. Então 'rapeize', olho aberto, coloquem Serra e Aécio na mesma chapa, porque se eu conheço bem a mente doentia e sem noção da PTzada, tudo caminha pra Dilma e Ciro no mesmo palanque.
Pensando bem, seria até melhor, sabia... Derrubava dois morcegos numa porretada só. Rsrsrsrs  

A PIOR FRASE DITA EM 2010

"O Lula vive me dizendo que metalúrgico

 não vota em metalúrgico, corintiano não

 vota em corintiano, mulher não vota em

 mulher, e preto não vota em preto."

Dilma Rousseff, em jantar com líderes do PR

ESSE É O HOMEM QUE REVELA A FACE TODOS OS DIAS


Sem se preocupar com a legislação eleitoral, Lula faz comício em Minas

15.10.2009 - 1:17am | Seção: Política


Virou baderna -

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Nos próximos dias, o Ministério Público Eleitoral e a Justiça Eleitoral terão a grande chance de provar que abusos políticos não podem ser cometido, independentemente de quem seja o transgressor. Após visitar as obras de transposição do Rio São Francisco, o presidente Lula da Silva desembarcou em Minas Gerais. Na companhia da ministra Dilma Rousseff, do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) e do governador mineiro Aécio Neves (PSDB), o presidente-metalúrgico deixou claro que lá estava para fazer campanha. “Primeiro eu queria dizer para vocês que no nosso projeto original de fazer essa viagem, não estava previsto a gente fazer comício, estava previsto a gente visitar as obras”, disse Lula.



Até então, a Justiça Eleitoral rechaçou todas as ações propostas por partidos de oposição alegando propaganda irregular e campanha antecipada por parte do presidente e da candidata palaciana Dilma Rousseff. Nas proposituras oposicionistas a Justiça Eleitoral não encontrou motivos para qualquer carraspana, mas agora o presidente Lula deixou o caminho livre para que a lei seja cumprida com o devido rigor. Até porque, comício antes da hora é crime eleitoral. Se nada acontecer, é porque aos brasileiros de bom senso restam algumas poucas saídas: os aeroportos internacionais.


Consultado pelo ucho.info, um desembargador da Justiça Federal de São Paulo, que pediu anonimato, afirmou com todas as letras que “o caso justifica a impugnação da candidatura de Dilma Rousseff, mas que isso dificilmente acontecerá, pois quem decidir assim jamais se levanta”. O magistrado disse também que não se pode esquecer que o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, “já foi petista de carteirinha e é amigo do presidente Lula”. Em outras palavras, nada acontecerá.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

AS CHAGES DO DIA, CRIANÇAS




DILMA TAMBÉM PODE COLOCAR A CORDA NO PESCOÇO

14/10/09 - 20h01 - Atualizado em 14/10/09 - 20h01

Dilma presta depoimento como testemunha no caso mensalão no dia 20

Ministra foi arrolada pelos réus Roberto Jefferson e José Janene.
Presidente Lula também é testemunha de defesa no processo.
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou na noite desta quarta-feira (14) que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, irá prestar depoimento como testemunha de defesa no processo do mensalão na próxima terça (20), às 18h, na 12ª Vara Federal do Distrito Federal. 

Nome mais cotado pelo PT para a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2010, Dilma foi arrolada como testemunha pelo presidente do PTB, Roberto Jefferson, e pelo ex-deputado federal José Janene (PP). Ambos são réus no processo que investiga o esquema denunciado em 2005 em que parlamentares supostamente recebiam dinheiro em troca de apoio político ao governo. 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também será testemunha no caso mensalão.Também incluído a pedido de Jefferson e Janene, ele prestará depoimento por escrito. 

O Ministério Público Federal (MPF) classifica o mensalão como um esquema que se especializou em “desviar dinheiro público e comprar apoio político”, com o objetivo de “garantir a continuidade do projeto de poder” do PT. O MPF foi o órgão responsável por denunciar o esquema - a denúncia foi aceita em agosto de 2007 pelo STF, que abriu uma ação penal para julgar o caso.

ISSO PODE SE DIZER QUE É UMA VERDADEIRA TORRE DE BABEL! OU SERIA, SODOMA E GOMORRA?


DISPENSA COMETÁRIOS POSTERIORES...

" Nós tivemos muitos governantes de duas caras que prometiam fazer a obra em um estado e não faziam".
Lula

EM POUCAS PALAVRAS O QUE O GOVERNO QUER COM O PRÉ SAL É...



14/10/2009 - 06h20
Deputado faz acordo com MPF e vai doar 120 cestas
Eduardo Gomes diz temer que entrega de 20 cestas básicas por mês durante um semestre comprometa seu trabalho. Ele era acusado de crime ambiental



O deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO) está obrigado pela Justiça a doar 120 cestas básicas para uma associação de deficientes visuais em Brasília durante os próximos seis meses. O parlamentar fez um acordo com o Ministério Público Federal nesse sentido, para evitar o julgamento do Inquérito 2721 no Supremo Tribunal Federal (STF), em que era acusado de crime contra o meio ambiente.  
 
A proposta foi aceita por unanimidade pelos ministros do Supremo, que julgaram procedente o entendimento entre os procuradores e o parlamentar. O deputado terá de desembolsar o equivalente a R$ 26 mil para pagar as cestas básicas. Na capital federal, uma cesta custa entre R$ 217 e R$ 220.

Eduardo Gomes foi denunciado pelo MPF por construir uma barragem no loteamento São Silvestre, em Palmas (TO). De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a obra foi concluída sem licença ambiental e causou prejuízo para a fauna aquática em área de preservação permanente.
Com o acordo, o deputado fica obrigado a doar pessoalmente as 20 cestas básicas por mês, durante um semestre, para a Associação Brasiliense dos Deficientes Visuais (ABDV). As doações devem começar já na próxima semana, após a publicação da decisão no acórdão do STF.

Agenda movimentada  
 
Segundo o ministro relator do processo, Joaquim Barbosa, o deputado admitiu no processo ter executado a obra sem licença ambiental. Como o crime é considerado de "menor potencial ofensivo", em que a pena varia de um a seis meses de prisão, além de multa, o STF concordou com a proposta do MPF em aplicar uma pena alternativa.

Procurado pelo Congresso em Foco, Eduardo Gomes disse estar receoso com o cumprimento da pena alternativa. “Tenho muitos compromissos e acho que a doação pessoal na entidade pode comprometer minha agenda, pois viajo muito. Mas farei as visitas com prazer”, disse. O deputado terá de justificar ao STF mensalmente a entrega das cestas. 
Antes mesmo da decisão dos ministros, o parlamentar havia manifestado preocupação em ter os compromissos parlamentares comprometidos com as visitas mensais à ABDV. Ele chegou a pedir para cumprir a pena restritiva de direitos em uma só visita à entidade, mas o MPF foi contra, alegando que essa solução não caberia na pena restritiva. Ao analisar o pedido do deputado, o ministro Joaquim Barbosa avaliou que a alternativa não seria viável. 
Além da acusação de crime ambiental, o deputado responde ao Inquérito 2425, acusado de crime contra a Lei de licitações. A acusação está entre os processos verificados no último levantamento feito pelo Congresso em Foco sobre a situação de deputados e senadores no STF.


14/10/2009 - 18h38
Câmara é pressionada para ampliar porte de armas
Debate sobre o tema está cada vez mais acirrado na Comissão de Segurança Pública. Vinte propostas em tramitação estendem o direito de portar armas de fogo a diversas categorias profissionais

Vinte projetos de lei em tramitação na Câmara – veja a lista – pretendem ampliar o porte de armas e alterar o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003). Pelas propostas, a autorização para o uso de armas de fogo também poderá ser concedida para guarda-parques, agentes penitenciários, guardas portuários, agentes dos Detrans e oficiais de Justiça.
Deputados contrários aos projetos dizem que a lei poderá ser desfigurada, considerando que um dos pontos principais do estatuto é justamente a proibição do uso de armas por civis. A disputa sobre o tema na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado se acirrou com a proximidade do ano eleitoral. A pressão feita por diversas categorias profissionais contribuiu para que o número de projetos crescesse na Casa neste ano.  
"Ultimamente temos visto uma enxurrada de projetos que pretendem flexibilizar o porte de armas para várias categorias. Para que esses projetos sejam aprovados, bastará um fato violento de repercussão nacional. Nesse caso, o plenário aprovará projetos como esses facilmente. sobretudo em ano eleitoral", afirma o deputado Antônio Carlos Biscaia (PT-RJ), um dos deputados que tentam barrar os projetos na Comissão de Segurança da Câmara.
Autor de um parecer contrário ao projeto que concedia o porte de armas para os guarda-parques no colegiado, Biscaia foi surpreendido quando um novo relatório foi feito às pressas e acabou sendo aprovado o projeto de lei de autoria do deputado Walter Ihoshi (DEM-SP). 
Como o relator chegou atrasado ao colegiado no momento da votação, pois estava na discussão sobre a liberação dos bingos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), foi feito parecer na mesma sessão pela aprovação da proposta com voto em separado do deputado Guilherme Campos (DEM-SP). A matéria aguarda agora votação na CCJ. 
"A solução para esse período eleitoral é aumentar a mobilização com as entidades que são a favor do desarmamento", alerta o deputado do PT.
O que já mudou no estatuto
Desde que foi sancionado pelo presidente Lula em 2003, o Estatuto do Desarmamento já sofreu duas alterações que permitiram a ampliação do porte de armas. A Medida Provisória nº 157/2003 reduziu de mais de 500 mil para mais de 50 mil o número de habitantes dos municípios autorizados a garantir que os integrantes das guardas municipais possam portar armas.
Tratava-se de uma MP que criava, entre outras coisas, gratificações para os servidores da Previdência Social. A alteração aconteceu na tramitação da MP no Senado por meio de um "contrabando", apelido dado no Congresso a alterações feitas em propostas legislativas (mais comuns em MPs) tratando de temas completamente alheios ao seu conteúdo original. A mudança acabou sendo sancionada pelo presidente da República.

A outra alteração também veio por medida provisória, no caso pela MP 359/2007. Ela liberou o porte de armas para os auditores e técnicos da Receita Federal, auditores fiscais do trabalho, analistas tributários e quaisquer outros auditores-fiscais, inclusive dos estados e municípios, desde que estejam no exercício da função.  
 
Dois projetos pretendem ampliar ainda mais essas duas alterações. O Projeto de Lei 3870/2008, do deputado Pompeu de Mattos (PDT-RS), garante que os auditores, contemplados pela MP 359/2007, possam ter porte de armas mesmo fora do serviço.

Já o Projeto de Lei 4896/2009, do deputado Milton Monti (PR-SP), autoriza o porte de arma para todos os guardas municipais, sem nenhuma limitação quanto ao número de habitantes em cada município.
Financiamento eleitoral
Pompeo de Mattos, um dos parlamentares que mais pressionam pelas alterações no Estatuto do Desarmamento, teve entre os seus principais doadores de campanha duas empresas que produzem armas ou munições. O deputado gaúcho recebeu R$ 60 mil da Taurus e R$ 50 mil da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC).
Além dele, outros três deputados, dentre os 18 que fizeram projetos de lei liberando o porte de armas, declararam à Justiça eleitoral ter recebido recursos de empresas do setor: Alberto Fraga (DEM-DF) que recebeu R$ 170 mil da Taurus; Moreira Mendes (PPS-RO), que teve doações de R$ 50 mil da CBC e R$ 10 mil da Taurus; e João Campos (PSDB-GO), beneficiado com R$ 15 mil da Taurus.  

"Querem desfigurar e rasgar o Estatuto do Desarmamento. Já pediram porte de armas para advogados e taxistas, além de outras categorias exóticas", reclama o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), vice-presidente da Comissão de Segurança Pública.
 
"Politicamente, vamos continuar fazendo o que sempre foi feito desde a aprovação do estatuto. Esses projetos ou são derrubados na CCJ ou por requerimento que manda as propostas para o plenário tirando o caráter terminativo. Aí não entram no funil das lideranças, pois não tem consenso nenhum", explica Jungmann.

Lobby das categorias
O deputado do PPS vai comprar briga com a sua colega de partido e presidente da comissão, deputada Marina Magessi (PPS-RJ). "O PT sempre tentou obstruir até que aprovamos o porte para os oficiais de Justiça. O problema é que o deputado Biscaia é contra sem analisar os projetos”, reclama Marina. 
“Não entendo como eles defendem isso considerando que os vigilantes que defendem o patrimônio privado podem ter porte e outras categorias que precisam da autorização para defender a própria vida não podem usar armas", afirma Marina Magessi.
A presidente do colegiado também se coloca contra os argumentos de que os oficiais de justiça podem solicitar o acompanhamento de policiais em caso de risco ou quando vão entrar em áreas dominadas pela criminalidade. "Mesmo com proteção policial os oficiais de justiça podem ficar no meio de um tiroteio sem ter o que fazer desarmados. Precisamos analisar caso a caso", justifica.
Presidente da comissão desde o início de setembro, a deputada do PPS também acredita na pressão dos sindicatos para aprovar a liberação do porte em ano de eleição. "No ano que vem, por razões óbvias e eleitorais, esse projetos devem conseguir chegar ao plenário. Todas as categorias têm seus interesses e lobbies por aqui para liberar o porte", reconhece a presidente da comissão.
Na comissão, Marina tem apoio da maioria dos deputados integrantes, formada principalmente por ex-policiais.
"Os agentes prisionais, por exemplo, colocam suas vidas em risco todos os dias e, principalmente, quando vão para suas casas. Eu, como delegado de Polícia Federal, já tenho porte de arma e, por isso, é preciso avaliar o caso de cada categoria. Toda a legislação precisa de um aperfeiçoamento", avalia o deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ).
“Todos estamos em risco”
"O que está por trás desses projetos são os votos dessas categorias", afirma Antonio Rangel Bandeira, coordenador do projeto de controle de armas da ONG Viva Rio. "O que eles querem é desmontar o estatuto ou quebrar os dentes da lei, que tem como um dos pontos principais a proibição do porte de armas para civis", completa.
Rangel cita várias estatísticas para justificar a restrição ao porte de armas e a manutenção da lei da maneira que foi aprovada. Ele destaca que apenas em um ano e oito meses, entre 2004 e 2005, foram retiradas das ruas 459 mil armas. Acrescenta que, segundo dados da Polícia Federal, 27 mil armas foram furtadas em residências somente em 2003. E prossegue:
"Mais de 80% dos homicídios são por arma de fogo nos chamados crimes interpessoais no Brasil. Já tentaram até abrir o porte de arma para motoristas de caminhão. Não há profissões de riscos, todos estamos em risco. O Estado democrático precisa de mais segurança pública e não de civis armados".
Antonio Rangel Bandeira defende que o governo use todo o seu poder de pressão para evitar que os deputados alterem as regras estabelecidas pelo Estatuto do Desarmamento, contribuindo assim para aumentar a insegurança da população. "A maioria dos parlamentares que fazem essas propostas são da base do governo. Como autor da lei, o governo deveria cortar verbas ou emendas desses deputados que insistem em mudar a legislação contra o desarmamento", avalia Rangel.
Nesta quinta-feira, o Viva Rio vai divulgar no Congresso uma pesquisa feita durante um ano e meio em todo o país e que deve mostrar um ranking sobre o melhor e o pior controle de armas entre os estados. 
"Tradição da elite"
Pesquisadores do assunto sustentam que não é por mera coincidência que são em geral menores os índices de violência e homicídios nos países nos quais há maiores restrições contra o comércio e o porte de armas. A razão é simples: quantos menos armas à disposição de civis, menos mortes e crimes costumam acontecer. No Congresso, porém, ainda é muito forte a ideia de que os cidadãos podem se proteger ou fazer justiça com suas próprias mãos – sentimento, aliás, que ajudou a derrotar a proposta de limitar o comércio de armas, quando da realização do plebiscito sobre o tema em 2005.     
Autora de um levantamento das propostas do Congresso na área de segurança pública (leia mais), a socióloga Laura Frade também acredita que a proximidade das eleições pode ampliar as alterações no Estatuto do Desarmamento.
"Ano eleitoral é sempre complicado e os riscos de alteração da legislação sempre aumentam. Esse mecanismo é semelhante aos projetos que tentam aumentar a lista de crimes hediondos. De exceção em exceção só o cidadão mais pobre não vai ter direito ao porte de arma", acredita a socióloga, autora do livro Quem mandamos para a prisão – visões do Parlamento brasileiro sobre a criminalidade.
"Isso faz parte da tradição da elite brasileira de alterar a legislação e de se incluir nas exceções das leis", completa Laura Frade.
Levantamento feito pela socióloga demonstrou que, das 646 propostas de combate à criminalidade apresentadas na última legislatura, só duas eram contra corrupção e crimes de colarinho branco.
Leia ainda:

ENTRE OUTRAS COISAS...



Advogado de Rodrigo Gouvêa pede revogação da prisão
Vereador foi detido nesta terça-feira pelo Gaeco e encontra-se em cela do Centro de Detenção e Ressocialização


Londrix.com


A defesa do vereador Rodrigo Gouvêa (PRP) ingressou nesta quarta-feira (14), na 4ª Vara Criminal de Londrina, com pedido de revogação da prisão. A informação foi confirmada pelo advogado Alberto Ruiz ao site do "Jornal de Londrina". Segundo o advogado, se o juiz indeferir o pedido, a defesa entrará com pedido de habeas corpus.


O vereador foi detido no final da tarde desta terça-feira (13) e levado ao Centro de Detenção e Ressocialização (CDR) de Londrina. Gouvêa foi preso sob acusação de peculato, porque, segundo o Ministério Público, teria mantido uma "funcionária fantasma" em seu gabinete e, depois, tentado constranger uma testemunha.

Na Ala 9 do CDR, que abrigou no ano passado dois então vereadores - Henrique Barros e Orlando Bonilha - Gouvêa estaria recebendo tratamento idêntico ao dispensado aos outros detentos, afirmou nesta manhã o major Raul Vidal, diretor do Centro. Como Gouvêa é portador de diploma superior, está em cela especial, sozinho.

A prisão do vereador foi pedida pelo Ministério Público e determinada pela juíza Carla Pedalino, da 4ª Vara Criminal. Ele responde a ação por ter contratado uma assessora que não prestaria expediente no gabinete, o que teria configurado desvio de dinheiro público (peculato), e teve a prisão pedida sob a acusação de ter "constrangido" testemunhas. No caso, outro ex-funcionário, Silvio Costa, que fez a denúncia ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado).

O advogado Alberto Ruiz discorda do argumento do Gaeco para o pedido de prisão (que o vereador possa atrapalhar a investigação da Justiça). “Quando ele foi intimado para depor, não precisou nem de notificação por escrito”, disse o advogado ao "Jornal de Londrina".



NOTA DESTA BLOGUEIRA;
É óbvio que o advogado do edil - que mais rápido colidiu com a cara no fundo do poço da vergonha política e foi soterrado pela avalanche das denúncias - ia entrar com o pedido de revogação da prisão do seu cliente, e se não fizesse isso teria que estar  'D E M I T I D O'  do cargo de defensor das causas perdias... quase...



PREFIRO NÃO COMENTAR... PRA NÃO MORDE O RABO DE TANTA RAIVA

ENTRE E VEJA MAIS UMA MAZELA SE PERPETUAR:


(COBERTURA BONDENEWS)






terça-feira, 13 de outubro de 2009

ATRÁS DAS GRADES


Atrás, atrás das grades, do tipo ver o sol nascer quadrado o vereador Rodrigo Gouvêa (sem partido), não sei se Rodrigo Gouvêa (sem partido) vai ver; o prlamentar tem curso superior, mas a sua carreira política, pode se dizer que está SOTERRADA!
Escrevi a dois dias que Gouvêa estava em rota de colisão com o fundo do poço. Hoje (13) - que dada... vixi... -, o edil além de espatifar a face no solo do poço fundo, ainda uma avalanche de terra e pedras caiu encima dele. Rodrigo Gouvêa foi preso pelo Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (GAECO), após a juíza da 2ª Vara Criminal de Londrina, Dr.ª Carla Pedalino decretar a prisão preventiva de Rodrigo, pois o mesmo coagiu/ameaçou testemunhas. O primeiro supostamente ameaçado por Gouvêa foi o ex-assessor Silvio Costa, que registrou há época do fato boletim de ocorrência (BO). O outro ameaçado em uma reunião na Câmara - o que significa que há inúmeras testemunhas que afirmam as ameaças feitas pelo parlamentar - é o colega de Gouvêa, o também vereador Ivo de Bassi (PTN).  A excelentíssima juíza resolveu garantir a ordem publica e a instrução processual.
Neste exato momento que escrevo este material, Rodrigo Gouvêa está no Centro de Detenção e Ressocialização de Londrina (CDR-LD).
Gouvêa disse que irá apenas se pronunciar perante ao juiz. Diante da postura adotada pelo vereador, o GAECO nem chegou colher seu depoimento, já o encaminhou diretamente para a sua provisória ou não, nova residência, afim de apresentar a Gouvêa seus novos companheiros.
Infelizmente temos que assistir outra cena no mínimo lamentável como esta em Londrina. O ano passado vimos o então vereador peemedebista Henrique Barros ser preso no meio da via publica (na avenida Leste-Oeste), em plena 14 horas. Passado alguns poucos meses, o vereador do PR e ex-presidente da Câmara, Orlando Bonilha, mais conhecido como 'Ninguém Merece' acabou algemado na frente da Câmara de Vereadores da nossa amada cidade. Uma ano depois, Gouvêa recebe voz de prisão em via publica.
Rodrigo Gouvêa foi acusado pela Promotoria do Patrimônio Publico em Londrina, de haver cometido os crimes de corrupção passiva e improbidade administrativa, além de grave ameaça, o que acabou culminando hoje em sua prisão.




Ai... qui vergonha! É nóis nu noticiarió nacionar di noooovo! Virge Santa... i eu queria ser um vestruiz agora, pra modi socá a cara num buraco bem fundo i num tirá mais as fuça di lá! É mió nóis prende votá, pra pará di passa'tanto carão ansim na vida. Nóis só vota errado, punha lá mais um danado qui faiz nóis morre di vergonha dispuis.
Eheheheh... pió di tudo isso é qui a curpa é nossa, qui num prendeu vota i cuntinua caindo na cunversa dus home. 
Eitaaa... pulítica marvada!

DEU NO UCHO HADDAD



Ministro do Desenvolvimento Agrário se irrita comsenadores contrários ao MST

13.10.2009 - 3:39pm | Seção: Política



Pavio curto

A sessão desta terça-feira da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado teve momentos de tempo quente. Visivelmente irritado com as acusações contra o MST, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, disse que é preciso prar com levantamentos de recursos federais que por vias transversas terminaram nos cofres do movimento. “A gente tem que superar o espírito de criminalização dos movimentos sociais, em especial o MST. Não sou contra investigar a aplicação de recursos públicos, mas não pode ser desta forma. Temos que superar o instinto persecutório contra o MST. Recurso público é sagrado e não pode pairar dúvida, mas sou radicalmente contra o ambiente de criminalização dos movimentos sociais, que temos que superar pelo bem do país”, declarou o ministro.

Na mesma reunião, o ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, Luiz Marcos Suplicy Hafers, defendeu o fim do índice de produtividade, alegando que “não devem ser aceitos porque são conceitualmente errados e levam medo aos produtores e desânimo aos investidores”. “Nós temos responsabilidades sociais e não podemos trabalhar pensando naqueles que têm manifesta implicância para conosco, produtores rurais. E também não podemos produzir esperando pelas decisões de funcionários do Incra, do Ibama, que vão lá em nossas fazendas para dizerem que nós somos pilantras. Eu não sou pilantra. Nós defendemos o agricultor que põe uma coisa maior do que estatística, que põe amor, esperança, trabalho em suas produções. Somo produtores que acreditam em seu país. Por isso, eu quero pedir respeito aos fazendeiros, pois somos a grande mola propulsora do Brasil”, completou Hafers.

Presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária, Plínio de Arruda Sampaio criticou a decisão da CRA de aprovar relatório da senadora Kátia Abreu (DEM-TO) ao projeto que altera o cálculo do índice de produtividade rural. “Estou aqui para pedir aos senhores senadores, que votaram equivocadamente essa matéria, que revertam essa decisão, antes que esse projeto seja derrotado na Justiça. É preferível que os senadores derrubem esse flanco aqui, a ver essa causa na Justiça”, declarou Arruda Sampaio.

Se o discurso de Guilherme Cassel fosse diferente, certamente ele já estaria demitido. O que não se pdoe é acariciar aqueles que transformam uma cangalha ideológica em escudo para a prática de crimes. Endossar o vandalismo do MST é permitir a criação de um tribunal de exceção, pois cidadãos comuns cometendo os mesmo crimes já estariam devidamente condenados e presos.

A INSTITUCIONALIZAÇÃO DO LOBBY


13/10/2009 - 16h40

Temer defende votação de projeto que regulamenta atuação de lobistas

MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília

O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), defendeu nesta terça-feira que a Casa coloque em votação um projeto que regulamente a atuação de grupos de pressão, conhecidos como lobistas. Sem criticar diretamente a movimentação, Temer disse que há uma "desorganização" que precisa ser disciplinada.
"Vou levantar todos os projetos e submeter aos líderes. Se tiver boa receptividade, vamos disciplinar essa matéria como ocorre em vários países. Está desorganizado. Há uma desorganização e há uma má fama [lobistas]. O que nós queremos ver é se há possibilidade democrática de disciplinar os vários grupos de pressão. Não há data de votação, há intenção de analisar a matéria", disse.
Temer discutiu hoje a pauta de votações com líderes partidários até o final do ano. A ideia da agenda é colocar na pauta temas de maior impacto que possam diminuir a presença desses grupos de pressão nos corredores da Casa. A agenda ainda não foi definida, os líderes apresentaram cerca de 60 sugestões de projetos.
Pelo cronograma da presidência, no entanto, essas matérias terão de passar por uma triagem porque a pauta está livre até o dia 10 de novembro, quando começam a ser votados os quatro projetos que tratam da regulamentação da exploração da camada pré-sal na costa brasileira.
O líder do PPS, Fernando Coruja (SC), afirmou que a atuação dos lobistas acabam atrapalhando o andamento dos trabalhos. "A nossa avaliação é que a maioria são corporações que pressionam para colocar em votação projetos que não tem interesse nacional", disse.
Os parlamentares reclamam da forma como os lobistas estão agindo, por exemplo, como os defensores da aprovação da PEC (proposta de emenda constitucional) que efetiva titulares de cartórios não concursados, que chegam a realizar uma espécie de "corredor polonês" na entrada do plenário, cobrando a votação da matéria.
No Brasil, o lobby não chega a ser ilegal, mas, como não há regulamentação, acaba sendo realizado por vias tortas. Pelos cálculos de lideranças partidárias, pelo menos 140 representantes de grupos atuam no Congresso Nacional e no Executivo.
Pelas gavetas da Câmara e do Senado, repousam pelo menos cinco propostas que tentam transformar o lobby em profissão. Uma das mais conhecidas é do senador Marco Maciel (DEM-PE). O projeto do senador --aprovado no Senado, mas parado na Câmara desde 2001 -- estabelece que o funcionamento da profissão no Brasil aconteça nos moldes dos norte-americanos.
No Congresso dos Estados Unidos, mais de 3.700 entidades registradas atuam regularmente no lobby, cadastrando previamente seus representantes e prestando contas semestralmente de suas atividades, dos recursos que recebem e para quê os destinam.
Por lá, o lobby é reconhecido e regulamentado desde 1995 com regras claras de como as empresas e seus funcionários devem atuar. São exigidos, por exemplo, registro da empresa de lobby, com endereço e telefone; registro de cada cliente, com endereço, telefone e atividade; nome dos lobistas que atuarão entre os parlamentares; áreas de interesse das empresas que contratam o lobby e nome de outras empresas que possam estar ligadas ao cliente.

ADVOGADOS DA TCGL AMEAÇAM VEREADOR LONDRINENSE

O vereador londrinense, presidente da CEI da Planilha da Tarifa do Transporte Coletivo e presidente da CCJ da Câmara, Joel Garcia (PDT) denunciou hoje (13) na 67ª sessão, que foi ameaçado pelos advogados de Curitiba da empresa Transporte Coletivo Grande Londrina (TCGL), uma empresa que pertence ao grupo do famoso René Constantino de Oliveira, dono da GOL Linhas Áereas. 
Garcia solicitou à Procuradoria da Casa que tome as providências cabíveis em relação aos ataques proferidos pelos advogados da TCGL.
Pelo jeito a história entre a TCGL e a Câmara de Vereadores de Londrina está muito longe de acabar.  

ESTÁ NA FOLHA DE SÃO PAULO DE HOJE


Estrelas do Senado correm risco de não se reeleger

Sérgio Guerra,Tasso, Renan e Mercadante estão entre os parlamentares que terão dificuldade para voltar à Casa


Eugênia Lopes, BRASÍLIA  

Na oposição, há casos emblemáticos como os dos senadores tucanos Sérgio Guerra (PE), atual presidente do PSDB, e Tasso Jereissati (CE), ex-presidente da sigla, que correm o risco de não voltar ao Senado. Os percalços eleitorais também abrangem senadores governistas, como Renan Calheiros (PMDB-AL), que provavelmente terá de encarar como adversários na corrida pelo Senado o ex-governador Ronaldo Lessa (PSB) e a candidata à Presidência pelo PSOL em 2006, Heloisa Helena.

O enfraquecimento de cabeças coroadas da política é mais visível no Nordeste, onde tradicionalmente os governadores são responsáveis pela eleição de senadores. Depois de governar Pernambuco por oito anos consecutivos, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), que tem mais cinco anos de mandato, é pressionado a sair candidato ao governo do Estado. O motivo é que a candidatura do peemedebista seria o caminho mais tranquilo para alavancar a eleição tanto de Sérgio Guerra quanto do ex-vice-presidente Marco Maciel (DEM-PE).

Com dificuldade para se reeleger ao Senado, os dois torcem para que Jarbas dispute o governo do Estado e, com isso, ganhem um palanque forte. Afinal, ambos terão como adversários o ex-prefeito de Recife, o petista João Paulo, e o deputado Armando Monteiro (PTB). Com mandato desde 1971, Maciel é o que tem mais "recall" junto ao eleitorado. Já o senador tucano é o que dispõe da maior estrutura partidária no Estado, mas sem o palanque de Jarbas enfrenta dificuldade de se reeleger para o Senado. 

"Todos os candidatos de oposição serão mais competitivos se Jarbas for candidato ao governo", admite Guerra. O senador peemedebista prefere, no entanto, manter o suspense até o carnaval, data em que confidenciou a amigos que irá bater o martelo sobre sua candidatura. Se Jarbas resolver não entrar na disputa eleitoral, Guerra vai tentar seu quarto mandato de deputado. Para "guardar lugar", já lançou sua filha Helena Guerra à Câmara. 

Governador do Ceará por oito anos, Tasso elegeu para o Senado quem bem entendeu durante a década de 90 e até 2002, quando ele e sua afilhada política Patrícia Saboya (PDT) conquistaram as duas vagas no Senado. Mas agora a situação é tão delicada que a ex-mulher do pré-candidato à Presidência pelo PSB, deputado Ciro Gomes, vai disputar uma vaga de deputada estadual. Na sua vaga de deputado pelo Ceará, Ciro pretende eleger Pedro Brito (PSB), ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos. Tasso tenta obter o apoio velado de Cid Gomes (PSB), irmão de Ciro e atual governador do Ceará, para voltar ao Senado. 

O cenário cearense ficou complicado depois que o ministro da Previdência, José Pimentel (PT), entrou na disputa por uma das duas cadeiras de senador. A outra é pleiteada pelo deputado Eunício Oliveira (PMDB), ex-ministro das Comunicações de Lula. Teoricamente, Cid apoiará as candidaturas de Eunício e Pimentel. 

Ocorre que historicamente os Gomes sempre estiveram juntos de Tasso. "Na história política do Ceará nenhum governador se elegeu sem deixar de fazer os senadores", diz Oliveira, que aposta no apoio do governador para conquistar o Senado. 

Homem forte no Senado do governo Lula, Renan também se prepara para enfrentar uma eleição dificílima. Com a provável candidatura da senadora Marina Silva (PV-AC) à Presidência, Heloísa Helena teria desistido de tentar disputar a sucessão presidencial. A expectativa é que obtenha "um caminhão de votos" na eleição para o Senado. A candidatura do ex-governador Lessa também é forte: quase se elegeu em 2006 para o Senado. Perdeu para Fernando Collor de Mello (PTB). 

Depois de chegar ao Senado com mais de 10 milhões de votos, o líder do PT, senador Aloizio Mercadante (SP), não deverá ter reeleição fácil. A situação dele se agravou depois que o vereador Gabriel Chalita migrou do PSDB para o PSB para disputar uma das vagas por São Paulo. Com a aliança entre o PSDB e o PMDB em torno da candidatura ao Senado do ex-governador Orestes Quércia, Mercadante estaria contando em ser o "segundo voto" dos tucanos. Mas agora o "segundo voto" deve migrar para Chalita.