segunda-feira, 12 de outubro de 2009

UMA CHARGE CONTA MUITO, DUAS ENTÃO... EXPLICA TUDO




Tudo em prol da candidata a Presidência da Republica, que...



DIRETO DO CLÁUDIO HUMBERTO

Coluns nos Jornais

12/10/2009 | 00:00

Incra dá 
R$ 44 milhões a 
ONG petista pró-MST

A ONG Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais, em Botucatu, ganhou do Incra R$ 44 milhões nos últimos três anos para prestar “assistência técnica e capacitação de assentados em São Paulo”, ou seja, dar uma mãozinha ao MST. É uma ação entre “cumpanhêros”: um dos diretores da Fepag é Osmar Bueno, professor da Unesp, ex-presidente do PT e candidato à prefeitura da cidade.

CONCLUSÃO GENIAL

"O Brasil do Lula é uma espécie de país


 pré-datado. Bom para 2014 (Copa),


 bom para 2016 (Rio) 


e bom para 2020 (pré-sal)."




Hugoa-a-go-go, leitor do blog do jornalista
 Ricardo Noblat

Por UCHO HADDA


Ministro insiste em divulgar sua intimidade com o mundo etílico

12.10.2009 - 12:05am | Seção: Política


João Canabrava -

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Quando Lula da Silva ainda estreava na embriaguez do poder, o corajoso jornalista Larry Rohter , então correspondente do “The New York Times”, decidiu noticiar no tabloide nova-iorquino os constantes “bebericos” presidenciais. Por conta disso, Rohter quase foi expulso do Brasil, pois o presidente ficou transtornado com a publicidade que foi dada ao seu etílico prazer.



Diferentemente do patrão, o ministro Paulo Bernardo da Silva, do Planejamento, parece não fazer muita questão que os goles extras que encara quase que diariamente alcancem o noticiário. Ele próprio trata de divulgar sua intimidade com o deus Baco.



No dia 4 de outubro, um domingo, Paulo Bernardo anunciou em seu microblog no Twitter que estava em um boteco de Londrina, onde consumiu algumas cervejas e petiscos variados. Na última quarta-feira (7), o ministro, que estava em Madri, postou no Twitter a seguinte mensagem: “Jantei com pres. BID, Luis A Moreno (em Madri, 23h20). Falamos sobre a capitalização do Banco.Comi um peixe, com vinho nacional”.



No último sábado (10), já desfrutando do feriado prolongado, Silva voltou a propagandear sua intimidade com o universo etílico. Eis o que foi publicado no microblog do ministro: “Oh, vida dura! Tomando um vinho, comendo uns camarões, conversa boa, olhando o mar…”



Cada um dá à própria vida o destino que quiser, mas ser ministro de Estado é uma tarefa que exige preparo e estofo. Paulo Bernardo pode beber à vontade, desde que o faça de maneira intimista e sem publicidade excessiva. Até porque, um ministro, pelo que se sabe, é uma figura pública.



Por outro lado, foi um abuso desmedido de Paulo Bernardo usar a expressão “vida dura” para emoldurar o fato de estar tomando vinho e comendo camarões, à beira do mar, no momento em que os brasileiros são corroídos por uma criminosa carga tributária e o governo do companheiro Lula dá um calote na restituição do Imposto de Renda.


Enfim, esse é o governo messiânico capitaneado por Luiz Inácio Lula da Silva, o salvador da pátria.

AINDA NÃO É O FUNDO DO POÇO

Pelo jeito o vereador expulso do seu partido, Rodrigo Gouvêa (ex-PRP) está em franca queda em direção ao fundo do poço. 
Depois de um início de trabalho glorioso como relator da CEI da Planilha da Tarifa do Transporte Coletivo de Londrina, Rodrigo parece haver tropeçado e está caindo, caindo, caindo,caindo... E, corre o risco certo de dar com a cara no solo. Uiii... Como Dói!
A última vem lá do interior de São Paulo, mas precisamente da cidadezinha simpática e lindinha de Tarumã, onde  Gouvêa parece não ter depositado o FGTS e o INSS devido pela sua empresa que funcionava lá (Leia denúncia AQUI).
Por conta desta nova denuncia que foi protocolada na mesa da Câmara de Vereadores de Londrina, o presidente da 'comissão de ética', o vereador Rony Alves (PTB), disse ao Bondenews que vai estudar a denuncia feita pelo povo de Tarumã (SP), e se procedente for, vai colocar na conta de Rodrigo Gouvêa, que pelo jeito, já está no vermelho.
Aguardemos o fim de mais está história trágica da Câmara de Londrina, que parece não ter fim.
Snif, Snif, Snif... Enquanto isso, estouremos mais pipoca e tomamos mais chá gelado para repor o líquido corporal perdido. 
"Deus, em Sua infinita misericórdia, manda de vez em quando um missionário gordinho para alimentar canibais pobres e subnutridos."


Oscar Wilde

sábado, 10 de outubro de 2009

TOMEM TENTO HÁ TEMPO

ESPECIAL DE FIM DE SEMANA: UTILIDADE PUBLICA



CRIME AMBIENTAL
RECICLADORA DE CHUMBO PODEM ESTAR CONTAMINADO


Por Soraya Garcia



Na cidade de Cornélio Procópio, a 70 quilômetros de Londrina, no Norte do Paraná, possui uma recicladora de acumuladores feitos com chumbo – baterias automotivas. Há cerca de três anos os moradores do local vem reclamando da fundição que parece estar provocando inúmeros transtornos às pessoas que vivem no Bairro do Macuco, região onde a empresa se instalou faz dez anos.
Durante muito tempo à fundição operou sem muitos problemas, porém os moradores do bairro começaram adoecer e a sentirem fortes dores de cabeça, fraqueza e até ânsia de vômito.  Os sintomas podem ter origem na contaminação por chumbo, que foi comprovada através de exames realizados pelo Laboratório Central do Estado, o LACEN.
Em certos dias da semana, como nos finais de semana ou/e no período noturno, quanto a fiscalização dos órgãos públicos de controle ambiental é quase nula, não é difícil flagrar a emissão de uma fumaça branca e espessa que sai das chaminé da fundição, que irrita os olhos e a garganta, além de secar as narinas.
Os moradores do Bairro do Macuco em Cornélio, já fizeram vários piquetes e passeatas para chamar a atenção das autoridades para o que estava acontecendo na região, que segundo eles relatam é a emissão de gases pela fábrica e o derramamento de uma água branca e mal cheirosa, principalmente em dias de chuva forte. De acordo com se Alfredo Favaro, 78 anos, agricultor que mora da região do Macuco há 70 anos, “A gente sente muita dor de cabeça, devido a fumaça que a fábrica solta, principalmente à noite. E em dia de chuva eles (fábrica) solta aquela água que eles tem lá depositada, guardada, tudo na enxurrada”. Ainda em uma revelação surpreendente o senhor Favaro denunciou que um dos seus vizinhos de nome Roberto Bassos, o Betão, teria contado que os donos da fundição haviam contratado-o para com sua retroescavadeira abrir o chão da fábrica e enterrar uns “40 caminhões” de escória de chumbo. Pelas leis ambientais vigentes no país, caso isso seja comprovado é um crime ambiental gravíssimo que a fundição estaria cometendo.  
O senhor Alfredo Favaro hoje abriga no seu sítio uma família que morava muito próximo as recicladora de baterias. Conforme exames feitos pelo LACEN, a família inteira estaria contaminada, porém o caso mais grave é o de Luiz Gabriel Miranda da Silva, hoje com 11 anos, que na primeira amostra de sangue coletada estaria com 33 UI/ml de sangue. A unidade referencial utilizada no exame foi a de mcg% e que seria permitido até 40 mcg%, o que segundo os técnicos explicam é que mais que esta contagem por mililitro de sangue seria contaminação. Então, o filho dos Silva como toda a família estaria contaminada, pois a mãe estaria com 18 UI/ml e o pai com 27 UI/ml. O Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde entendem que até 20 UI/ml ou 20 µ/Dl de amostra de sangue é permitido nos trabalhadores diretos, ou seja, aqueles que estão diretamente ligados ao processo de reciclagem e fundição do chumbo.
Dos 32 exames coletados pelo LACEN entre os moradores e os trabalhadores do Bairro do Macuco de Cornélio Procópio, todos deram algum traço, menor ou maior, de chumbo no sangue. Os trabalhadores da horta, os que mexem diretamente com cultivo, os homens que trabalham na serralheria próximo a fábrica e até os moradores que estão a mais de 2 quilômetros de distância dela estariam supostamente se contaminando com chumbo devido a fundição, como é o caso de Nadir Henrique da Silva, 55 anos, que foi constatado pelo Laboratório Central do Estado cerca de 24,9 UI/ml em sua amostra de sangue, nível muito acima do permitido até para um trabalhador envolvido diretamente com a reciclagem de chumbo derivado das baterias automotivas.
Diante dos inúmeros indícios, o promotor titular do meio ambiente em Cornélio Procópio, João Eduardo Fonseca, entrou com uma ação civil publica para que a recicladora fosse fechada, porém o Instituto Ambiental do Paraná deu outro Termo de Ajuste de Conduta, o chamada TAC. “Eu até entendo os moradores do Macuco, o bairro onde está a fundição, mas o IAP entendeu que a fábrica poderia receber o TAC. Sendo assim o juiz deliberou favorável a eles (recicladora). Diante disso fico de mãos atadas e não posso fazer mais nada, quem tem o poder de liberar é o IPA”, declarou o promotor do meio ambiente de Cornélio. Desde a instalação da recicladora de baterias automotivas em Cornélio Procópio, este é sétimo TAC (Termo de Ajuste de Conduta) que o instituto ambiental concede.


PERÍCIA
Diante das inúmeras queixa relatadas pelos moradores o prefeito de Cornélio Procópio, Amin José Hannouche (PP), resolveu fazer uma audiência publica entre os moradores do Bairro do Macuco, vereadores do município e os representantes da fundição. Trouxe para tanto o diretor de CEST do Paraná, João Luiz Athaydi, conhecido como “João do Chumbo”, para dar uma palestra aos moradores e demais, sobre como se dá a contaminação pelo chumbo. Durante as 2h20 da palestra dada por ele, gravada em áudio, fica claro evidenciar que o diretor da CEST estaria supostamente protegendo a situação da fundição, pois alega que a fábrica estaria com o solo gramado e cimentado, fato desmentido por uma foto área tirada do local 10 dias após a audiência publica, onde o João do Chumbo proferiu a palestra.
Os moradores descontentes com a situação da suposta contaminação que estão vivendo, se uniram e contrataram uma equipe técnica já com seu trabalho reconhecido pelo Ministério Publico do Paraná.
O diretor do CEAM – Centro de Estudos Ambientais, o geógrafo Everton de Oliveira Pires, nos adiantou em entrevista concedida nesta última sexta-feira (9), dentre tantas coisas que segundo ele, “O que até agora podemos apurar nas coletas feitas por nós no local é que existem fortes indícios de contaminação, principalmente no solo, onde em uma amostra chamada de ‘direta’ podemos observar que há 32.300 UI de chumbo por quilo de solo. Isso é 35 vezes o máximo permitido pela metodologia da CETESB de São Paulo, que é reconhecida e aceita em todo o país, onde o máximo deveria estar em até 900 unidades de chumbo por quilo de solo”.
O geógrafo nos explicou que segundo a resolução da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná, a 036/2008 e posteriormente a 05/2009, trata das adequações para a liberação do funcionamento das atividades deste tipo de fundição, a recicladora de Cornélio estaria fora de todos os parâmetros exigidos, tendo em vista que nem a barreira vegetal exigida pela lei foi implantada na fábrica de acumuladores da cidade e a chaminé emite gases, muito próximo de residências. Uma destas casas está a cerca de 200 metros de distância. No raio entorno da fundição existe cultivo de hortaliças que abastece Cornélio, região, os supermercados e Ceasa’s de Londrina e até de São Paulo, segundo informa os próprios cultivadores; plantação de laranja para suco, com produção entregue em quase a totalidade para a cooperativa COROL de Cornélio; cultivo de batata que é distribuída para todo o Paraná; inúmeras criações de gado leiteiro, que fornece o produto às cooperativas de beneficiamento de leite de Londrina e região; além de dois afluentes do rio que abastece a cidade.   


FUNDIÇÃO É FECHADA E MULTADA
Na última terça-feira (6), o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) suspendeu os trabalhos em uma fundição de chumbo na cidade de Rolândia, região metropolitana de Londrina, no Norte do estado. Há anos os moradores do Jardim Nobre, bairro vizinho à fundição vinham reclamando da poluição emitida pela fábrica. Durante o período noturno, principalmente, o cheiro da fumaça soltada no ar pelas chaminés da fundição de chumbo deixavam os moradores com dores de cabeça e muitos eram obrigados a fechar todas as portas e janelas, mesmo no verão quando faz bastante calor.
Em reunião realizada a portas fechadas entre os fiscais do Instituto Ambiental e os responsáveis pela fundição, decidiu-se que o trabalho seria embargado e qualquer atividade que possa gerar resíduos ou fuligem mantenham-se suspensas, até que a fábrica apresente ao instituto um plano de controle ambiental. Fiscais do IAP tiraram várias fotos do local.
Segundo a líder dos moradores do Jardim Nobre, Neuza Zacarias, “Por diversas vezes, nós moradores do Jardim Nobre fomos até o IAP prestar queixa da poluição que a fundição estava causando, mas nunca fizeram nada. Ai resolvemos, protestar. A gente não pode abrir uma janela pra entrar um ar. A minha garagem está uma coisa insuportável, tem um dedo de fumaça que a fábrica joga no ar todos os dias. Até que enfim, essa gente fez alguma coisa pelos moradores daqui”, desabafou. Dona Neusa e ainda relatou que limpa a casa de três a quatro vezes por dia, e que recolhe o pó emitido pela fundição de pá cheia todas às vezes.


O flagrante da imagem de uma bacia cheia de pó recolhido por um dos moradores do Jardim Nobre, que teria sido recolhido do telhado da casa foi flagrando pelo cinegrafista da RPC, que cobriu o protesto dos moradores feito na última segunda-feira (5). O morador Adilson juntou o pó e colocou na bacia para mostra a quantidade de fuligem emitida pela chaminé da fábrica que retirou do telhado da sua casa. “Se a casa está assim, imagina como está o nosso pulmão?”, disparou o homem.


A fundição foi notificada pelo IAP e deverá ser multada, com valor, ainda não decidido, mas que poderá variar entre R$ 500,00 até R$ 2 milhões reais.


OUTROS CASOS.
A região norte do estado vem sofrendo há anos com as fundições e recicladoras de baterias automotivas e de pilhas caseiras. Essas fábricas já provocaram crimes ambientais graves e contaminaram, além do solo, água e animais de criação, como também os moradores das cidades onde se instalam.
Os casos mais conhecidos e recentes de grave contaminação do ambiente na região são os da cidade de Assai e Leópolis; a primeira, 45 quilômetros de Londrina e a segunda, 90 quilômetros de distância.


O caso de Assai foi descoberto, após o dono da fazenda de criação de gado de corte perceber que suas vacas vinham sofrendo abortos espontâneos e/ou os bezerros nascendo cegos, alguns morrendo em seguida, Então resolveu chamar uma equipe veterinária. Os técnicos constataram através de exames laboratoriais, que o gado estava com a doença conhecida como Saturnismo, que nada mais que a contaminação do sangue pelo chumbo, proveniente da alta exposição ou ingestão do mesmo.
Em Assai o caso mais grave em ser humano ficou por conta de uma menina moradora da fazenda de gado e filha do capaz do proprietário, que acabou cega e com deficiência neural grave. Hoje, a menina de nove anos não fala e nem anda mais.
O Ministério Publico da Saúde e do Meio Ambiente abriu uma Ação Civil Publica, mas até o presente momento segue a batalha judicial, devido aos inúmeros recursos legais garantidos pela lei. O alvará de funcionamento foi cassado pela Vigilância Sanitária do estado.
O caso de Assaí serviu e ainda serve de tese universitária nas áreas de saúde, biologia e medicina.


Em Leópolis, o fechamento da fábrica recicladora de baterias automotivas, se deu pela cassação do alvará de funcionamento por parte do prefeito, motivado pelo laudo particular feito por uma empresa do Estado de São Paulo, que foi contratada pelo criador de gado e agricultor que tem suas terras ao lado de onde se instalou a fundição. O senhor Luiz Fernando Gomes Pinheiro, morador da área há 54 anos, também foi motivado a pedir a análise laboratorial que constatou Saturnismo em seus animais.
Estive em Leópolis no final de setembro e encontrei a antiga fundição abandonada. Toneladas de minério chumbo e dióxido de chumbo estão espalhados por toda a propriedade ao ar livre ou em armazenamento irregular, o que pode continuar provocando a contaminação da área e do lençol freático.
Assaí possui cerca de 35 mil habitantes, quase 100% agricultores e de origem japonesa. A recicladora de baterias teve suas atividades encerradas pela vigilância sanitária no final de 2005. Leópolis possui 4.600 habitantes, tendo sua economia baseada 100% na agricultura de subsistência. A cidade teve suas águas contaminadas e o alvará da recicladora de chumbo foi cassado em março de 2006.




NO PARANÁ
Com a suspensão das atividades da fundição de Rolândia, completa 42 empresas no setor com as atividades paralisadas devido à contaminação do solo, água, ar, animais e seres humanos em todo o Paraná.
Algumas ONG’s ligadas ao setor, exemplo é a ONIMP, que alega que o estado vem reciclando 70% de todas as baterias do Brasil. Segundo nos informou o geógrafo Everton Pires, “O Paraná necessitaria que fossem recicladas, apenas 40 toneladas de chumbo ao mês, para se dar um bom fim a sua demanda. Para tanto a empresa de reciclagem Tamarana Metais, localizada em Tamarana, há 50 quilômetros de Londrina já daria conta do serviço. Ela sozinha está reciclando isso e muito mais por mês”.
O Paraná tem hoje aproximadamente 6O fundições autorizadas em todo o estado, a maioria funcionando através de Termo de Ajuste de Conduta (TAC), porém há centenas de recicladoras clandestinas espalhadas pelo Paraná, contaminando tudo e todos a sua volta.  


Tentei entrar em contato com os donos das fábricas em todos os locais ou cidades citados nesta reportagem, mas não obtemos sucesso. Deixamos recado para o João Luiz Athaydi do CEST/PR, mas tivemos retorno.
Uma equipe de Promotores do Meio Ambiente de Curitiba vieram, à Cornélio Procópio coletar imagens e documentos, durante esta última quarta-feira (7). Deverão apenas pronunciar-se, após o resultado e confronto dos laudos, um contratado pela fundição e o outro, pelos moradores do bairro, aonde a recicladora de baterias esta instalada.   
  

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

UTILIDADE PUBLICA

O vírus que está supostamente vindo dos blogs, não estão nos blogs, estão na rede mundial de computadores, NÃO É VÍRUS, É UM MALWARE.
Pessoas que te alguns tipos de antivírus mais comuns no mercado acreditam que  é culpa deste ou daquele e-mail, deste ou daquele blog no momento de acessá-los. Ledo engano, o fato é que está rodando este MALWARE na rede, e muito mais perigosos que um simples vírus.
Então muito cuidado. Melhor adicionar um programa Anti-Malware e Anti-Spyware gratuito, do que correr o risco do seu PC ter que receber uma visita do técnico.


Eu indico um site que proporciona alguns antivírus, anti-malware e anti-spyware gratuitos:




Pode entrar é seguro!

DO NOBLAT PARA NÓS


A reluzente cara de pau do ministro Mantega


Leonardo Souza publicou, hoje, na Folha de S. Paulo que "o governo federal começou a atrasar o pagamento das restituições do Imposto de Renda das pessoas físicas, em sua grande maioria trabalhadores da classe média, para compensar parte da queda de arrecadação de tributos neste ano." 
Segundo ele, "de aproximadamente R$ 15 bilhões que seriam inicialmente devolvidos até dezembro, cerca de R$ 3 bilhões só deverão ser liberados no primeiro trimestre do ano que vem".
O que disse a respeito o ministro Guido Mantega, da Fazenda?
Disse que os contribuientes não terão prejuízo com o atraso. Porque o que teriam direito a receber será corrigido a cada mês pela taxa Selic.
Beleza, não?
Comemorem. Soltem fogos.
Se não tiverem dinheiro para isso, peçam emprestado aos servidores da presidência da República que ontem saudaram Lula com uma queima de fogos para marcar a conquista pelo Rio dos Jogos Olímpicos de 2016.
Quando você tem direito à restituição é porque recolheu Imposto de Renda além do devido.
A queda de arrecadação tem a ver com a "marolinha assassina" - e também com o aumento de gastos do governo.
Experimente gastar além do que ganha...
É isso.
Muita gente espera a restituição para pagar dívidas.
As dívidas têm data para vencer.
Não vale dizer a credores: "Minha restituição atrasou por culpa do governo. Segure o que lhe devo".
O credor pode até segurar - mas a que preço?
E se ele preferir executar a dívida?
Queixe-se ao bispo. Ou melhor: a Mantega. Ou ao chefe dele.
** Leia mais AQUI

SP ALIMENTAÇÃO ESTÁ CRIANDO CONFUSÃO, DIZ QUERER REAJUSTE, OU, JUSTIÇA



Terceirizada da merenda vai à Justiça e ameaça suspender serviço
SP Alimentação reclama reajustes que não teriam sido repassados pela Prefeitura de Londrina
Londrix.com



Alunos da rede municipal de ensino de Londrina correm o risco de ficar sem merenda a partir da terça-feira da próxima semana, dia 13. A empresa terceirizada pela Prefeitura para a prestação do serviço, a SP Alimentação, entrou com ação judicial, que tramita na 10ª Vara Cível, cobrando o repasse pela Prefeitura de reajustes contratuais.

A empresa, que atende escolas, creches e algumas unidades de saúde em Londrina, alega que o Município tem sonegado correções pactuadas no contrato de prestação de serviço e que lhe garantiriam o valor de R$ 1,78 por refeição. Hoje, a empresa recebe R$ 1,36. O prejuízo acumulado da empresa, segundo a ação judicial, somaria atualmente R$ 1,5 milhão.



Fim de contrato

No próximo dia 29 encerra-se o contrato firmado pela Prefeitura de Londrina com a SP Alimentação - empresa que foi alvo de muitas críticas desde que assumiu o serviço no município, na gestão Nedson Micheleti (PT). Houve denúncias até mesmo de alimentos fora do prazo de validade e sem condições de consumo, que teriam servidos às crianças.

Por conta disso, a Prefeitura decidiu mudar o formato do serviço em Londrina e abriu licitação em sistema de lotes - prevendo a contratação de cinco fornecedoras de alimentos e uma empresa para a preparação das refeições. A SP Alimentação concorre nesta última modalidade.




NOTA DESTA BLOGUEIRA
A empresa não consegue um alvará da Vigilância Sanitária. Não passa no controle em qualidade, nem do da Favela do Desesperados de Fome. Jogou comida fora muito tempo. Responde por inúmeros processos no país inteiro. Já foi flagrada cozinhando carne estragada, distribuindo maçãs podres, pão seco e por ai vai. Agora tem a pachorra em fim de contrato querer realinhamento em mais de R$ 1 milhão. Isso porque o município deve estar fazendo licitação para contratação de nova empresa fornecedora de merenda escolar.
Queridos vão com Deus e bem tarde já, viu!




DISCUSSÃO SOBRE O VALOR DA TARIFA PARECE NÃO TER UM FIM

Nesta manhã de quinta-feira (8), os usuários do transporte publico de Londrina foram pegos novamente pelo pé da incerteza, de quanto será o valor da tarifa de ônibus amanhã?
A dúvida que paira no ar, está sendo gerada pela gananciosa TCGL, que quer, porque quer, porque quer... uma tarifa de coletivo e R$ 2,25 no mínimo.
O caso está na justiça, sendo analisado pelo juiz titular da 9ª Vara Civil de Londrina. Até o fim da tarde de hoje, poderá sair o resultado. Caso a empresa ganhe a parada, o executivo promete recorrer até as últimas instâncias judiciais do país. (LEI AQUI)


NA CONTRAMÃO
A TCGL está na contramão dos fatos, já que o governo federal vai tirar o PIS e o Confins para diminuir em até 40% o valor da tarifa do transporte coletivo em todos país. Curitiba, por exemplo, passaria a praticar um a tarifa de hoje, caso a lei estivesse em vigor, de R$ 1,35. Olha só que maravilha. (VEJA).
A empresa do grupo que faz parte do GRUPO GOL, do René Constantino de Oliveira, já foi acusada de pagar 'mensalinho' a vereadores de Londrina no mandato passado (2005-2009); é conhecida nacionalmente por pressionar prefeitos e prefeituras para obter aumento de tarifa acima do valor justo. 
Sem sombra de dúvidas a TCGL faz parte do maior grupo brasileiro de transporte coletivo urbano do Brasil, mas isso não a tutela fazer o que bem quiser e nem a salva-guarda de não cobrar um valor justo pelos seus serviços. Serviços estes que em Londrina, venhamos e convenhamos é feito muito mal e porcamente. Motivo que me faz andar a pé, seja pra onde for, salvando as raras excessões da queda de um temporal ou quando tenho que levar meu filho ao médico. (Não possuo carro)
Aqui a tarifa é cara e o serviço é ruim. Se um político pegasse um ônibus um dia que fosse nesta cidade, abria uma licitação pra contratação de outra concessionário para prestar o serviço, no dia seguinte da tortura coletiva que ele ia vivenciar.

    

REORGANIZANDO O TABULEIRO

O prefeito pedetista de Londrina, Homero Barbosa Neto, em sua habitual entrevista coletiva das manhãs de quinta-feira, anunciou nesta quinta (8), que repaginou, modificou, reorganizou, substituiu algumas das peças principais do seu tabuleiro de xadrez no poder local. (Leia tudo sobre: AQUI).
Teve gente que saiu do seu cargo e ocupou outro, devido a excelente dinâmica de trabalho e em outros casos, a falta dela. Outras pessoas pediram demissão pela incompatibilidade de gênio. Mas teve gente que saiu sem nem saber bem 'o por que' daquilo estar acontecendo com ele. Quem sabe é o prefeito, e o prefeito deve ter seus motivos, mesmo que sejam ocultos aos olhos dos cegos e/ou desinformados. 
O que de fato aconteceu foi o que acontece no poder político do mundo inteiro, deu de 5 a 8 meses as dividas, morais ou não, do período de campanha - os indicados é que sempre dançam, algumas vezes quem dança é o político, diante do contratado -, voltaram ao mundo real ou/e subiram para galgar postos maiores, mais bem pagos e de mais confiança. Mas uma regra tem que ser seguida a risca no meio do poder publico:
"Nunca se pode nomear aquele que não é possível exonerar. E nunca se aceita uma nomeação feita por aquele em quem não se acredita, ou por quem não vai pagar o seu preço".
Seguindo a regrinha básica  acima, o resto, meu amigo... É resto. E o Barbosa é tudo, menos bobo.
Abraços prefeito.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

LULA É RECEBI COM FOGOS DE ARTIFÍCIOS POR ASSESSORES


Agência Brasil
Depois de nove dias fora do país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi recepcionado nesta quarta-feira (7) com fogos de artifício em comemoração à escolha do Rio de Janeiro para sede da Olimpíada de 2016.
O evento, realizado no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), foi organizado por funcionários do gabinete do presidente, que estavam vestidos com camisetas com o logotipo dos Jogos Olímpicos Rio-2016.
Segundo o chefe de gabinete do presidente, Gilberto Carvalho, foram confeccionadas 90 camisetas, pagas pelos próprios servidores. (LEIA MAIS)




DEU NO SITE PAÇOCA COM CEBOLA DO JORNALISTA CLÁUDIO OSTI


Prefeito de Londrina exonera presidente da Codel

Mudanças no governo do prefeito Homero Barbosa Neto. Agora à tarde o presidente da Codel, Mauro Viecili, foi exonerado do cargo.
Viecili disse que foi pego de surpresa e não sabe o motivo da exoneração.
É possível que outras mudanças ocorram na prefeitura nos próximos dias.

ESSA SIM É UMA BOA NOTÍCIA!

REQUIÃO E PESSUTI ENTREGAM ÔNIBUS ESCOLARES NA REGIÃO DA AMEPAR


O governador do Paraná Roberto Requião e o vice-governador Orlando Pessuti entregam nesta quinta-feira (8), 50 ônibus para transporte escolar às comunidades da região da Amepar (Associação dos Municípios do Médio Paranapanema). A solenidade está programada para às 11h na Praça Castelo Branco em Rolândia, na região metropolitana de Londrina. Eles entregam as chaves dos veículos aos prefeitos Luiz Carlos Trapp (Jaguapitã), Sidinei Dezoti (Guaraci), Johnny Lehmann (Rolândia), Cristovon Ripol (Pitangueiras), Beto Siena (Tamarana) e Almir Batista (Sabáudia). Além destes municípios fazem parte da Amepar as comunidades de Londrina, Alvorada do Sul, Arapongas, Bela Vista do Paraíso, Cafeara, Cambé, Centenário do Sul, Florestópolis, Ibiporã, Jataizinho, Lupionópolis, Miraselva, Porecatu, Prado Ferreira, Primeiro de Maio e Sertanópolis.

SERVIÇO
Entrega de ônibus para transporte escolar
Dia e horário: 08 de outubro, às 11h
Local: Praça Castelo Branco – Rolândia

O OUTRO LADO DA HISTÓRIA

Parece que as coisas não são exatamente o que estão parecendo. Segundo informações de vários advogados da cidade, dão conta que o suposto crime de ‘racha salário’ que teria sido praticado pelo vereador tucano Paulo Arildo, não é exatamente o que realmente dizem que É. Vou explicar. O funcionário que denunciou Arildo pediu ao vereador para que tirasse um veículo em seu nome, pois o homem parece não possuir renda suficiente para ter seu crédito aprovado junto à concessionária. Desta forma o combinado entre ambos seria o desconto das parcelas diretamente do salário do assessor de gabinete lotado na Câmara.
Outro fato relevante é que Arildo teve supostamente sua assinatura falsificada em um documento de crédito. Tal delito parece ter sido denunciado pelo edil junto à delegacia de policia.
Quero esclarecer que não vi tais documentos e nem falei com o vereador que sempre passou por mim, e jamais teve a educação de me cumprimentar, bem diferente do que ocorre com os seus familiares e sua sempre gentil esposa.  
Outra informação que parece ser verdadeira é o fato do promotor do Patrimônio Publico de Londrina, Dr. Renato de Castro Lima, não querer escutar ou aceitar as provas de Arildo.
Talvez mais um dado relevante, está no desmaio do vereador ocorrido ontem (6), durante a sessão da Câmara de Londrina em meio ao pronunciamento do colega e também vereador, Jairo Tamura (PSB). Dizem os mais próximos e os mais esclarecidos, que Arildo vem sofrendo de uma grave crise de depressão levada pelas circunstâncias que está atravessando nos últimos meses, por este fato e por já possuir um quadro de depressão anterior, ainda mais com seu evidente emagrecimento, o médico particular do vereador mudou seu antigo medicamento para o controle da síndrome por outro mais forte e moderno, mas parece que Paulo não se adaptou a mudança e acabou tendo uma crise de ansiedade e desmaiou.
Se esses fatos representam a verdade ou não, apenas o tempo dirá, mas com a responsabilidade que tenho com a verdade, coloco aqui os fatos que seriam usados na devesa de Arildo, e porque a regra é clara:
“Ninguém pode ser considerado culpado, até ter seu caso com trânsito em julgado”. 




FUNDIÇÃO DE CHUMBO É FECHADA EM ROLÂNDIA

Por Soraya Garcia


No início da tarde desta terça-feira (6) o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) suspendeu os trabalhos em uma fundição de chumbo na cidade de Rolândia, região metropolitana de Londrina, no Norte do estado. Há anos os moradores do Jardim Nobre, bairro vizinho à fundição vinham reclamando da poluição emitida pela fábrica. Durante o período noturno, principalmente o cheiro da fumaça soltada no ar pelas chaminés da fundição de chumbo deixavam os moradores com dores de cabeça e muitos eram obrigados a fechar todas as portas e janelas, mesmo no verão quando faz bastante calor.
Em reunião realizada a portas fechadas entre os fiscais do Instituto Ambiental e os responsáveis pela fundição, decidiu-se que o trabalho seria embargado, sendo que ficou determinado temporariamente pelo IAP que qualquer atividade que possa gerar resíduos ou fuligem mantenham-se suspensas, até que a fábrica apresente ao instituto um plano de controle ambiental para acabar com a poluição. Os fiscais do Instituto Ambiental tiraram várias fotos do local.
Segundo a líder dos moradores do Jardim Nobre, Neuza Zacarias, “Por diversas vezes nós moradores do Jardim Nobre fomos até o IAP prestar queixa da poluição que a fundição estava causando, mas nunca fizeram nada. Ai, resolvemos protestar. A gente não pode abrir uma janela pra entrar um ar, como foi filmado pela TV, a minha garagem está uma coisa insuportável, tem um dedo de fuligem de fumaça que a fábrica joga no ar todos os dias. Até que enfim essa gente fez alguma coisa pelos moradores daqui”, desabafou. Dona Neusa ainda relatou que limpa a casa de tre a quatro vezes por dia, e que recolhe o pó emitido pela fundição de pá cheia todas as vezes que varre a sua casa.



O flagrante da imagem de uma bacia cheia de pó recolhido por um dos moradores do Jardim Nobre, que teria sido recolhido do telhado da casa foi flagrando pelo cinegrafista da RPC, que cobriu o protesto moradores feito na última segunda-feira (5). O morador Adilson que juntou o pó e colocou na bacia para mostra a quantidade de fuligem que retirou do telhado da casa, declarou que, “Se a casa está assim, imagina como está o nosso pulmão”?

A fundição foi notificada pelo IAP e deverá ser multada, com valor, ainda não decidido, mas que poderá variar entre R$ 500,00 até R$ 2 milhões reais.

OUTROS CASOS.
A região norte do estado vem sofrendo há anos com as fundições e recicladoras de chumbo inorgânico, tipo de baterias automotivas e das pilhas caseiras. Essas empresas e/ou fábricas já provocaram crimes ambientais graves e contaminaram, além do solo, água e animais de criação, como também os moradores das cidades onde se instalam.
Os casos mais conhecidos e recentes de grave contaminação do ambiente na região são os da cidade de Assai e Leópolis; a primeira, 45 quilômetros de Londrina e a segunda, 90 quilômetros de distância.
O caso de Assai foi descoberto, após o dono da fazenda de criação de gado de corte, que ao perceber que as vacas vinham sofrendo aborto espontâneo e/ou os bezerros nascendo cegos, alguns morrendo em seguida, resolveu chamar uma equipe veterinária que constatou que o gado estava com a doença conhecida como Saturnismo, que nada mais que a contaminação do sangue pelo chumbo inorgânico, proveniente geralmente da alta exposição ou ingestão do mesmo.
Em Assai o caso mais grave em seres humanos ficou por conta de uma menina moradora da fazenda de gado e filha do capaz do proprietário, que acabou cega e com deficiência neural grave. Hoje, a menina de nove anos não fala e nem anda mais, além de ser objeto de pesquisa para entender melhor o caso de contaminação por chumbo no ser humano em idade de crescimento. O Ministério Publico da Saúde e do Meio Ambiente abriu uma Ação Civil Publica, mas até o presente momento segue a batalha judicial, devido aos inúmeros recursos legais garantidos pela lei.
O caso de Assaí serviu e ainda serve de tese universitária nas áreas de saúde, biologia e medicina.
Em Leópolis, o fechamento da fábrica recicladora de baterias automotivas, se deu pela cassação do alvará de funcionamento por parte do prefeito, motivado pelo laudo particular feito por uma empresa do Estado de São Paulo, que foi contratada pelo criador de gado e agricultor que tem suas terras ao lado onde se instalou a fundição. O senhor Luiz Fernando Gomes Pinheiro, morador daquelas terras há 54 anos, também foi motivado a pedir a analise depois da constatação que seus animais estariam adoecendo devido ao Saturnismo.


Nossa correspondente esteve em Leópolis no fim de setembro deste ano e encontrou a antiga fundição abandonada. Toneladas de minério chumbo e dióxido de chumbo estão espalhados por toda a propriedade ao ar livre ou em armazenamento irregular, o que pode continuar provocando a contaminação da área e do lençol freático.
Assaí possui cerca de 35 mil habitantes, quase 100% agricultores e de origem japonesa. A recicladora de baterias teve suas atividades encerradas pela vigilância sanitária no final de 2005.
Leópolis possui não mais que 4.600 habitantes, tendo sua economia baseada 100% na agricultura de subsistência. A cidade teve suas águas contaminadas e o alvará da recicladora de chumbo foi cassado em março de 2006.