quarta-feira, 15 de abril de 2009

PARECE GOZAÇÃO

A SANEPAR estará realizando neste sábado (18/04), um curso de Preparação para Encanadores, que trará o seguinte conteúdo: educação ambiental, tratamento de água e esgoto, abordagem ao cliente, identificação de vazamentos, limpeza de caixa d’água e como realizar a ligação correta do imóvel na rede coletora de esgoto. A carga horária é de aproximadas 8 horas.

Legal, ótimo! Mas até parece brincadeira, senão fosse verdade. O curso é destinado aos moradores do Jardim Neman Sayhun, aquele bairro de Londrina onde a água brota do chão.

A Sanepar está com a obra de esgoto que está sendo executada naquele bairro, desde maio de 2008, porém o loteamento teve parcialmente a liberação para receber rede de esgoto. Deve ter sido porque as manilhas de esgoto podem ser levadas pela as águas que afloram do solo em todo o bairro.

O curso de encanador deverá ser útil, mas mais útil seria um curso de salva-vidas ou remo e regatas. 

O ÚLTIMO LEGADO DO PREFEITO INTERINO DE LONDRINA


É caso de saúde pública a superpopulação de pombos que habita o centro de Londrina. Com um número elevado de aves as ruas centrais e o Calçadão da cidade, ficam cobertos de fezes produzidas diariamente. Tais excrementos secam e se tornam uma poeira fina que está sendo inalada pela população e vem provocando problemas respiratórios gravíssimos.

A solução do problema foi protelada desde o primeiro governo Nedson Micheleti (PT), onde foram realizadas várias audiências públicas para discutir a questão do se deveria fazer com os pombos. Nunca se chegou a um consenso, pois todas as soluções apontavam para o extermínio das aves, atitude que a população demonstrou ser radicalmente contra.

Apenas um estudo da UEL apontava que para diminuir a incidências das aves dentro do perímetro urbano, basta que a população deixe de alimentar as aves, naturalmente e gradativamente, às mesmas seriam obrigadas a buscar os vales e florestas ao redor da cidade para conseguir o alimento necessário para sua sobrevivência e lá competiriam em um ambiente natural e depositariam seus excrementos aonde seria de grande utilidade para fertilização do solo. A ideia há época foi descarta pela gestão do PT que sempre desejou resolver o problema de forma radical, ou seja, abatendo as pombas, desta forma acreditavam dar cabo em definitivo ao problema, pois dê outra maneira levaria mais de dois anos para que resultado migratório satisfatório fosse atingido.

Como nunca se chegaram a um consenso, executivo, legislativo, ambientalista, representantes da sociedade organizada e a própria comunidade londrinense e, com o problema que é de saúde pública se arrastando e se alastrando, José Roque Neto decidiu encaminhar para análise para Secretaria de Assuntos Jurídicos do Município o pedido de criação de um Decreto Lei que seria integrado ao Código de Postura, dando conta de proibir as pessoas de alimentar os pombos e a fiscalização seria realizada pelos fiscais da CMTU e Policiais Militares. O individuo flagrado alimentando as aves, primeiramente receberia uma advertência verbal, reicindindo, levaria uma multa ainda ser estipulada, que a princípio não foi ainda destinado para onde deverão ser encaminhados os recursos arrecadados. 

AS VERDADES PODEM ATÉ DOER, MAS SÃO VERDADES

DEU NA RPC

Nunca na história do Paraná, houve tantos políticos paranaenses ocupando altíssimos cargos no executivo nacional. Exemplo de nomes, Gilberto Carvalho - secretário particular de LULA, Paulo Bernardo - Ministro do Planejamento, Márcia Lopes - Secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento e Ação Social, Reinhold Stephani - Ministro da Agricultura, João Rezende - diretor do conselho da ANATEL. A maioria esmagadora deles são políticos londrinenses.


 BANCADA

Mais nada tão significativo quanto à bancada paranaense no Congresso Nacional. Contando com 3 senadores e 30 deputados. Vários são os nomes que se destacam no cenário da política brasileira, tanto pela influência, retidão ética e moral, como pela competência comprovada.


 VERDADE

Porém, diante de bancadas de outros Estados da Federação, a bancada paranaense, como grupo, deixa muito a desejar. Não existe união entre os parlamentares, mais ou menos assim, ` - Deus por todos e todos correndo atrás do SEU`; enquanto o ideal é, `- Um por todos e todos pelo Paraná`. 

O CUSTO INSUPORTÁVEL DO SALÁRIO BARATO

De acordo com o IBGE, o nível de emprego da indústria recuou pelo quinto mês consecutivo. Na comparação com o nível de fevereiro de 2008, a queda foi de 4,2%, a maior desde o início da série histórica, em 2001. Evidentemente, esse fato está associado à crise econômica e seus efeitos psicológicos e reais. Alguns setores foram prejudicados pela queda de suas exportações. Outros nem tanto, mas aproveitam a crise para reduzir os gastos com a folha de pagamento. No Brasil, entre muitos paradoxos, há um incrível: os salários são baixos e o custo trabalhista muito alto, mas falta coragem cívica para tratar do assunto. Nem governo, nem lideranças de trabalhadores e de empresários enfrentam a questão. Estou há pouco mais de dois anos no Conselhão, o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República. Nunca o tema foi objeto de debate sério no período. É o assunto com um número altíssimo de projetos no Congresso Nacional. Os empresários tratam do tema como se tivessem vergonha e os sindicalistas, amparados no fato de que os salários não são grande coisa, não aceitam o debate. Pelo contrario, lutam para que a legislação seja ainda mais rígida.

A prova do fracasso absoluto da legislação trabalhista é a insistência nas elevadas estatísticas sobre trabalho informal. Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) concluído em 2007 revelou que o trabalho informal atinge 58,1% dos ocupados no Brasil, ou 38,1 milhões de pessoas considerando os dados do Censo Demográfico de 2000. Outro trabalho, publicado pelo Centro Internacional de Pobreza, um instituto de pesquisa do PNUD em parceria com o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), diz que, nas maiores regiões metropolitanas do Brasil, o emprego informal tira mais pessoas da pobreza do que o emprego formal e mostra que o trabalhador com carteira registrada tem menor chance de entrar na pobreza. O material processado pelos pesquisadores Rafael Ribas, do Centro Internacional de Pobreza, e Ana Flávia Machado, do CEDEPLAR (Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional), ligado à UFMG, deixa claro que: a) o trabalho informal é majoritário no Brasil; b) que o trabalho informal reduz mais a pobreza do que o trabalho formal; c) que o trabalho formal dá mais estabilidade social e econômica do que o trabalho informal; d) que a legislação trabalhista não consegue formalizar o trabalho.

O que fazer? Em primeiro lugar, não devemos reduzir direitos trabalhistas, tais como férias e 13o, entre outros, e sim desonerar os gastos com a folha de pagamento. É um absurdo que se pague a previdência social com base no faturamento das empresas. O faturamento deve ser base para o imposto de renda de pessoa jurídica. O custo de contratação de mão de obra formal deve se aproximar do custo de contratação do trabalho informal. Esta é a chave do aumento constante do emprego e da redução substancial do trabalho informal: eliminar os custos intermediários. Sabem quando isso vai acontecer no Brasil? Nunca. O Brasil corporativista e intervencionista não vai querer perder poder. O poder, por exemplo, de manejar as verbas do FAT. Assim, o trabalho informal continuará a prevalecer como solução. A exemplo de outras soluções informais da sociedade para a ineficiência estatal: vans clandestinas, camelôs, favelas etc. O fato é que a fronteira entre o Brasil formal e o Brasil informal é bem mais do que uma linha. É um abismo que separa a solução do problema e protege o privilégio.

 Murillo de Aragão é jornalista e cientista político, presidente da Arko Advice Análise Política.

terça-feira, 14 de abril de 2009

FURO DE REPORTAGEM DO BLOG PAÇOCA COM CEBOLA

Justiça cassa mandato de Silvio Barros, de Maringá

Prefeito de Maringá Silvio Barros II é cassado por improbidade administrativa. Sílvio Barros também teve os direitos políticos suspensos por contratação ilícita na prefeitura. O Juiz Airton Vargas da Silva, da 2ª Vara Cível de Maringá, condenou o prefeito da cidade, Silvio Magalhães Barros, por ato de improbidade administrativa pela contratação irregular de três servidores. A decisão determina a perda da função pública do gestor municipal, a suspensão de seus direitos políticos por cinco anos, o pagamento de multa e a proibição de contratar com o poder público por três anos e atende ação civil pública proposta em maio de 2007 pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Maringá. Nesta terça-feira (14) o Ministério Público foi intimado da sentença, que foi proferida na última semana (8). Cabe recurso. Leia a matéria completa no portal Bem Paraná.

EM DISCUSSÃO

A Câmara de Vereadores não conseguiu definir, todavia, a ridícula reposição salarial que foi proposta pela administração interina do município londrinense, que é de 2,9%, dos mais de 40% das perdas inflacionárias não repostos a cerca de 68% dos servidores durante o período da sombria gestão Nedson Micheleti (PT). Isso se arrasta, porque o executivo não enviou o cálculo do reflexo do impacto da reposição no orçamento. O pedido protocolado pelo vereador da base aliada da gestão interina, Pastor Gerson Araújo (PSDB), feito em fevereiro, ainda não foi atendido; como também, não foi atendido o pedido do parecer da comissão de justiça da prefeitura.
Se os dois pedidos não forem entregues há tempo a votação da reposição de 2,9% ao servidores municipais e a discussão ficará para o governo do próximo prefeito eleito, que é o que provavelmente ocorrerá.
O diretor da negociações sindicais do Sindserv, Marcos Ratto, convidado a tribuna da Casa pelo vereador, Dr. Marcelo Belinati (PP), deu as devidas explicações do ponto de vista do consenso dos servidores e do sindicato, deixando claro que nem servidores e muito menos o sindicato tem pretensões de criar problemas ou fazer greve, até por entender que a gestão que está a frente da Prefeitura te caráter provisório e que o novo prefeito assumirá a administração faltando menos de um mês.

INTRIGA DA OPOSIÇÃO

Aliados de Barbosa Neto (PDT) desmentem o fato de que o projeto de lei nominado “Ficha Limpa”, do vereador Joel Garcia (PDT), tenha sido patrocinado pelo recém prefeito de Londrina com intuito de não levar a frente das secretarias municipais pessoas que teriam sido indicados pelos colaboradores em 3º Turno. Outros admiradores de Barbosa Neto dizem se tratar de mais uma fofoca na tentativa insalubre de desestabilizar o prefeito com seus aliados, colaboradores e amigos.
Certo é que se o projeto de lei "Ficha Limpa" passasse seria uma boa pra cidade, para os cidadãos e até para a imagem do Barbosa.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

SEM NOÇÃO


Os vereadores da Câmara de Londrina estão cada vez mais sem noção ou não sabem quais são suas atribuições. Dois edis em especial, Joel Garcia e Roberto Fú colegas de partido, o PDT, andam propondo projetos de lei que é de competência do executivo ou são inconstitucionais e ilegais, pior ainda, surreais. Mas insistem.

Nas apresentações dos projetos esdrúxulos, os mais fora de contexto do cargo estão sendo propostos por Roberto Fú (PDT). O vereador propôs desde construir portais nas rodovias de entrada/saída da cidade, asfaltar as ruas da sua região eleitoral, ampliar a aplicação da vacina contra gripe, isentar de pagar a tarifa de ônibus os atiradores do tiro de guerra, até mesmo a insanidade de instalar nos coletivos catracas flexíveis.

Ao ser indagado sobre os portais da entrada e saídas das rodovias de competência do executivo, Fú respondeu que: - A propaganda é a alma do negócio. Negocio do vereador, deve ser.
Diante de tantos casos ilegais e incabíveis de quase todos os vereadores, houve projetos que se aprovados ajudariam realmente alguns cidadãos londrinenses. É o caso do projeto 19/2009, que isenta em 50% os proprietários de mais de um terreno que usá-os para cultivo de plantas medicinais dentre outros e possuem muro e calçada. A CCJ da Câmara aprovou projeto, porém foi arquivado pelo voto contrários da maioria dos vereadores da Casa. E olhe que a justificativa era de manter a cidade mais limpa e bonita

PERSPICÁCIA

Cogitasse nos bastidores da política de Londrina que o projeto de lei intitulado “Ficha Limpa” do vereador pedetista, Joel Garcia, que viria a selecionar quem deveria assumir o cargo de chefia em primeiro e segundo escalão baseado no histórico de boa pré-conduta jurídico-social do candidato à vaga, não passa de manobra do próprio recém prefeito eleito Barbosa Neto (PDT).

Caso o projeto passasse na Câmara, serviria de desculpa para Barbosa se livrar de certas e indigestas indicações de secretários e diretores de autarquias londrinenses que tem uma ficha corrida repleta de explicações há ser dadas tanto para justiça quanto para população londrinense
.

Um dos nomes indicados que não seria aprovado pela Câmara se o projeto de lei se tornasse lei, é o Dr. Agajan Der Bedrossian, ex-secretário de saúde na gestão de Antonio Belinati (PP) - 1998 a 2000, com nome cotado para assumir novamente a AMS, responde com outras seis pessoas ação criminal proposta pelo Ministério Público, por tráfego de entorpecentes, prescrição, produção e venda de fórmulas com substâncias psicotrópicas da família das anfetaminas.

Outros seis nomes cotados para assumir secretárias e empresas de economia mista, com o projeto “Ficha Limpa” aprovado estariam de antemão extirpados do plantel dos indicados pelos colaboradores da campanha de Barbosa, e o pedetista ficaria numa boa com todos, incluindo o povo e os servidores da prefeitura. Oh, garoto ligeiro!

PONDO UM PONTO FINAL AO TEMPO DOS ESPERTOS


Analise e reflexões de um país mergulhado no mar de lama política patrocinado por grande parte dos atuais signatários do poder.

Ao observar os caminhos, meandros, vielas, corredores da política de um modo geral, é gritante o despreparo absoluto dos senhores do poder. Absortos apenas pelo venal oportunismo e a ganância desenfreada típica dos ignorantes democráticos, não veem nada a não ser acordos, conchavos, encaixes, acertos, negócios, oportunidades e aglomeração de capital individual.
Hoje fala-se muito “minha biografia”, a “biografia Dele”, leram com certeza tal palavra em alguma nota de contra capa de um livro de auto-ajuda. Biografia política, no lírico sentido da palavra, quase não existe mais. Comum na praça é a tal da capivara aos recentes políticos e para aqueles com mais de três mandatos, na maioria dos casos, o extrato jurídico. Pode até ter gente que ache que seja um trocadilho barato e dar risada diante da situação tão alarmante, só que é a mais pura, dura, crua e amarga verdade. Nossos políticos não possuem mais as tão aclamadas “biografias” que ficaram eternizadas na história. Para nossa vergonha ética e moral, o que existe é um número assustador dos nossos atuais eleitos que possuem a malfada “ficha corrida”.
A que ponto levamos a nossa recente e imatura democracia?
Não podemos mais conceber que a pessoa que venha ocupar um cargo eletivo (seja, esfera executiva ou legislativa), não saiba ao menos que o Brasil foi descoberto em 22 de abril de 1500 e que em 19 de novembro se comemora o Dia da Bandeira e não a Proclamação da Republica. É o mínimo, certo? Errado. Neste exato momento da história política do nosso país um número elevado de políticos em todos os escalões, não salvando nem mesmo o executiva nacional, tem pouco conhecimento de causa, nenhum interesse em adquirir novos conhecimentos e expandir sua cultura, apenas pensam em estabelecer-se no poder por tempo indeterminado. Para tanto, gastam fortunas do dinheiro publico (o nosso dinheiro) com juristas que cobram mais de um mil reais à hora/trabalho, com o intuito de abrir ou descobrir brechas na lei que favoreça e proporcione, quem sabe, reelege-los indefinidamente.
Esses espertos senhores perdem nosso tempo precioso jogando com as nossas vidas. Quando para tanto são eleitos e muito bem pagos para nos ajudar, porém ficam mesmo é maquinando elaboradas estratégias bem boladas para ludibriar nós cidadãos e nos fazer acreditar que Eles (eleitos), servil senhores, estão investindo como nunca em educação e cultura para melhorar nossa qualidade de vida e nos proporcionar um futuro promissor. Verdadeiramente, o único objetivo real e concreto desses espertos senhores é deixar o povo como está “cada vez mais órfãos do saber”. Assim nos tornamos uma massa compacta equivalente a bois que ao escutar o enganoso som do berrante, segue inocentemente o ponteio até a porta do matadouro pra acabar no abate, no nosso caso, diante da urna.
Sei que muitos irão dizer: - sempre foi assim. Exato, todos nós sabemos que sim, porém em pleno século XI, internet, informação viajando ao redor do mundo há velocidade da luz, não cabe mais ignorantes e ignorâncias, muito menos armas e confrontos, está na hora de recuperarmos a auto-estima e o auto-respeito, o chamado `BRIO`; para enfim, começarmos a conhecer e viver plenamente as dores e as delícias de um estado democrático de direito na sua totalidade, extirpando através do voto os espertos senhores hoje no poder. Consequentemente iremos impedir que cheguem outra vez ao poder, outros novos senhores como os atuais, iguais parasitas que nos re-infectarão com suas falsas promessas e seu jeito fácil de ganhar a vida.